Amor a camisa nos dias de hoje é raro. Dinheiro é quem manda na cuca dos esportistas.

É incrível como os jogadores do futebol mundial ainda pecam quando se apresentam nos clubes com a promessa de amor ao clube, ser torcedor daquele time desde pequeno ou que não precisa mais de grande quantia financeira pois defender aquela camisa não teria preço…

E isso em maioria é uma grande mentira:

O Emerson, o sheik, chegou no Flamengo fazendo juras de amor ao clube e que não necessitava mais de dinheiro para ter sua independência financeira. E agora menos de seis meses depois, contraria seu próprio discurso, abandona o clube e sua torcida que o apoiou em todo os jogos.

O Sheik porém foi profissional nos jogos e nos treinos e mesmo caindo em contradição, mostrou raça e disposição com o manto sagrado. Mas precisava mentir, que não precisava mais de dinheiro?

Os Emirados Árabes e o futebol da Ucrânia e Rússia são os grandes centros que atraem os jogadores medianos que pensam em ter sua independência financeira num curto prazo, dão preferencia ao dinheiro do que uma visibilidade e podendo até chegar uma seleção brasileira.

Hoje no Brasil são raro os casos de amor a camisa e que são dignos de elogios, como exemplo poderíamos citar o Marcos no Palmeiras e o Rogério Ceni no São Paulo.Infelizmente, isso no futebol brasileiro é raro.

Precisamos fazer o nosso futebol brasileiro ser competitivo ao menos para o futebol russo ou ucraniano, vamos acordar cambada que toma conta do nosso futebol!

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